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	<description>Blog da agência Central Business</description>
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		<title>MTV na Rua</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 20:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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A MTV lançou uma campanha para divulgar o jornal o MTV na Rua que até então era apenas Online. O jornal será gratuito e  distribuído todos os dias em diversos pontos de São Paulo.
O vídeo a seguir segue o conceito &#8220;A notícia pela carona&#8221; e  mistura filme e animação. Vale a pena assintir.

MTV Na Rua [...]]]></description>
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<p>A MTV lançou uma campanha para divulgar o jornal o <a href="http://mtv.uol.com.br/narua/edicoes" target="_blank">MTV na Rua</a> que até então era apenas Online. O jornal será gratuito e  distribuído todos os dias em diversos pontos de <strong>São Paulo</strong>.</p>
<p>O vídeo a seguir segue o conceito <strong>&#8220;A notícia pela carona&#8221;</strong> e  mistura filme e animação. Vale a pena assintir.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13306621&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=13306621&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/13306621">MTV Na Rua</a> from <a href="http://vimeo.com/animatorio">Animatório</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>

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		<title>O impacto das novas tecnologias na Esfera Pública.</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 13:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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Mudança é a palavra de ordem na sociedade da informação. Hoje, as grandes tendências no mundo corporativo e social convergem para uma ação participativa dos cidadãos por meio de ferramentas de mídia social. Assistimos à emergência de uma expressividade que irá ampliar e aprimorar o processo democrático. Redefiniu-se o papel do cidadão. Suas expectativas mudaram. [...]]]></description>
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<p><img class="alignleft size-full wp-image-2610" style="margin-left: 8px; margin-right: 8px;" title="Obama" src="http://batedeira.cbusiness.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Obama.jpg" alt="Obama" width="263" height="263" />Mudança é a palavra de ordem na sociedade da informação. Hoje, as grandes tendências no mundo corporativo e social convergem para uma ação participativa dos cidadãos por meio de ferramentas de mídia social. Assistimos à emergência de uma expressividade que irá ampliar e aprimorar o processo democrático. Redefiniu-se o papel do cidadão. Suas expectativas mudaram. Eles estão mais engajados e fazem parte do debate político e social. A internet oferece uma arena para troca e compartilhamento de informações.</p>
<p>No atual cenário, o cidadão passou a ter voz e opinião. Ele produz conteúdos midiáticos, sem a intervenção dos grandes veículos de mídias e de grupos de poder para a formação da opinião na sociedade, ampliando, assim, a autonomia sobre as discussões sociais.</p>
<p>A Internet já redefiniu as relações entre os consumidores e as organizações, promovendo um espaço para reclamar e ser ouvido. O consumidor tem voz, vez e espaço. Dessa forma, as organizações públicas já perceberam que os cidadãos necessitam e exigem uma comunicação direta e bidirecional com as instituições, para discutir temas relevantes da sociedade. Apesar da presença online destas organizações não representar um percentual tão significativo quanto em relação às instituições privadas, existem bons exemplos de atuação de órgãos públicos nas mídias sociais. No formspring, estão presentes o Governo de São Paulo e o Ministério da Saúde. No Twitter temos o <strong>@TREGoias, @tsejusbr, @STJNoticias, @governosp</strong> e outros perfis.</p>
<p>Atualmente, após o boom da campanha eleitoral de Obama, discute-se as influências do Twitter na área político-eleitoral e na formação política do cidadão. Será que a atuação de candidatos políticos no microblogging representará e constituirá uma interação democrática e participativa entre cidadão e esfera pública política instituicional?</p>
<p>Habermas define a esfera pública como o locus da comunicação; espaços nos quais as pessoas discutem questões de interesse comum, formam opiniões ou planejam a ação. Nesta esfera é promovido o debate racional com visibilidade pública e tomada de opinião. Para o autor, a esfera pública é capaz de captar melhor novos problemas, conduzir discursos expressivos de auto-atendimento e articular, de modo mais livre, identidades coletivas e interpretações de necessidades.</p>
<p>Nota-se, portanto, que os meios de comunicação de massa não disponibilizam este espaço de debate. Existe uma comunicação unidirecional que não compreende a participação e a interatividade entre os cidadãos. As mídias de massa trabalham com a teoria do agendamento, ou seja, selecionam o que será noticiado à população de acordo com os interesses do veículo de comunicação.</p>
<p>Deste modo, emergiu através das mídias sociais esta esfera pública virtual, capaz de promover o compartilhamento de informações através da interatividade, por onde os cidadãos podem manifestar suas opiniões e produzir seu próprio conteúdo. Mudou-se a comunicação entre o indivíduo e o meio. Isso permitiu que o fazer político não se restringisse apenas aos representantes do povo, mas qualquer indivíduo que queira manifestar sua opinião.</p>
<p>A emergência da esfera virtual nas mídias sociais amplia o potencial de acesso, participação e de inteligência coletiva entre os cidadãos. A nova dimensão de realidade e virtualidade propõe uma aproximação entre o cidadão e as instituições, transcendendo barreiras de espaço. Promove-se, assim, a participação democrática e as possibilidades de discussões políticas entre os cidadãos; um espaço de troca de ideias, onde os participantes podem indagar e introduzir opiniões de assuntos em geral.</p>
<p>Via <a href="http://ocappuccino.blogspot.com/" target="_blank">Ocapuccino</a></p>

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		<title>Busk permite pesquisar e agregar notícias</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 12:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Uma rede social focada no tipo de informação que as pessoas consomem.  Essa é a proposta do Busk,  startup nacional que reúne as funções de buscador e agregador de  conteúdo.
Desenvolvida em parceria por Helder Araujo e João Paulo  Cavalcanti, o Busk permite fazer buscar por notícias e arquivá-las, em  sistema [...]]]></description>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2607" title="Busk-rede-social-20100713165117" src="http://batedeira.cbusiness.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Busk-rede-social-201007131651171.jpg" alt="Busk-rede-social-20100713165117" width="500" height="343" /></p>
<p>Uma rede social focada no tipo de informação que as pessoas consomem.  Essa é a proposta do <a href="http://www.busk.com.br/"><strong>Busk</strong></a>,  startup nacional que reúne as funções de buscador e agregador de  conteúdo.</p>
<p>Desenvolvida em parceria por Helder Araujo e João Paulo  Cavalcanti, o Busk permite fazer buscar por notícias e arquivá-las, em  sistema parecido com o Digg e o Delicious.</p>
<p>Os resultados são apresentados em ordem cronológica. Com apenas um  clique é possível expandir a janela e ter acesso a todo o texto.</p>
<p>Caso o usuário goste de algum conteúdo, ele pode favoritá-lo e  adicioná-lo a sua biblioteca. Depois de inseridos, as notícias são  classificadas em categorias, e podem ser visualizadas por meio de uma  nuvem de tags ou gráfico interativo.</p>
<p>O serviço também permite seguir usuários, além de acessar seus  conteúdos. Na base das notícias, existe uma barra de ferramentas que  permite compartilhar o conteúdo em outras redes sociais automaticamente.</p>
<p>Eles se lançaram com 200 milhões de artigos cadastrados em  vinte idiomas. A cada dia, 150 mil novas notícias são inseridas, segundo  a assessoria de imprensa do serviço.</p>
<p>Via <a href="http://info.abril.com.br/noticias/" target="_blank">infoplantao</a></p>

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		<title>“A Vida Em Um Dia”</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 12:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
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Em parceria com o diretores Ridley Scott (“Blade Runner”,  “Gladiador”) e Kevin Macdonald (“O Último Rei  da Escócia”), o YouTube lançou um projeto  chamado “A Vida Em Um Dia”. A proposta é documentar um  dia de vida no planeta, para ser mais exato, o dia 24 de julho.
Essa experiência global pretende [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Em parceria com o diretores Ridley Scott (<strong>“Blade Runner”</strong>,  <strong>“Gladiador”</strong>) e Kevin Macdonald (<strong>“O Último Rei  da Escócia”</strong>), o <strong>YouTube</strong> lançou um projeto  chamado <strong>“A Vida Em Um Dia”</strong>. A proposta é documentar um  dia de vida no planeta, para ser mais exato, o dia 24 de julho.</p>
<p>Essa experiência global pretende criar o primeiro longa-metragem  gerado pelas próprias pessoas: você grava um vídeo no dia 24 de julho –  de preferência com algum ponto de vista pessoal e em HD –  e envia para o  canal <a href="http://www.youtube.com/lifeinaday">youtube.com/lifeinaday</a>.</p>
<p>Se seu vídeo for selecionado para entrar no filme, você receberá  créditos como co-diretor. “A Vida Em Um Dia” vai estrear no <strong>Sundance  Festival 2011</strong>. O projeto é oferecido pela <strong>LG</strong>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="582" height="351" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KN3kduHuioU&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="582" height="351" src="http://www.youtube.com/v/KN3kduHuioU&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Via <a href="http://www.brainstorm9.com.br/" target="_blank">BrainStorm</a></p>

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		<title>Brasil lança campanha global para incentivar o turismo internacional</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 13:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
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Junto com o lançamento do logo da Copa 2014 e os  preparativos para o evento daqui 4 anos, o Brasil lançou uma campanha  global para promover o país.
De responsabilidade da Embratur e produzida pela O2 de Fernando Meirelles, a iniciativa tem o slogan  “O Brasil te  chama, celebre a vida aqui”. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Junto com o lançamento do logo da <strong>Copa 2014</strong> e os  preparativos para o evento daqui 4 anos, o Brasil lançou uma campanha  global para promover o país.</p>
<p>De responsabilidade da <strong>Embratur</strong> e produzida pela O2 de Fernando Meirelles, a iniciativa tem o slogan  “<em>O Brasil te  chama, celebre a vida aqui”</em>. A campanha, que será exibida em mais  de 100 países, será apresentada oficialmente – e com peças inéditas –  nessa segunda-feira, dia 12.</p>
<p>O objetivo é duplicar o turismo internacional no próximo ano, e  colocar o Brasil entre  os 15 destinos mais importantes do mundo até  2020 – atualmente é o 41º lugar.</p>
<p>O primeiro filme da campanha você assiste abaixo:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="521" height="314" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/PxkLCzxAHZo&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="521" height="314" src="http://www.youtube.com/v/PxkLCzxAHZo&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Via <a href="http://www.brainstorm9.com.br/">BrainStorm9</a></p>

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		<item>
		<title>Publicidade vai para dentro dos videoclipes</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 13:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
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Embora tenha levado a propaganda ao extremo, Lady Gaga não é a única,  no campo da música, a inserir propaganda de uma marca nos seus vídeos.
Pelo menos duas tendências contribuíram para o aumento da  popularidade dessas inserções: a mudança dos vídeos da TV para a  internet e a tentativa dos selos de [...]]]></description>
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<p><img class="alignleft size-full wp-image-2592" style="margin: 2px 8px;" title="lady" src="http://batedeira.cbusiness.com.br/wp-content/uploads/2010/07/lady.jpg" alt="lady" width="172" height="170" />Embora tenha levado a propaganda ao extremo, Lady Gaga não é a única,  no campo da música, a inserir propaganda de uma marca nos seus vídeos.</p>
<p>Pelo menos duas tendências contribuíram para o aumento da  popularidade dessas inserções: a mudança dos vídeos da TV para a  internet e a tentativa dos selos de transformar os vídeos em fonte de  receita, e não apenas em um instrumento para vender CDs.</p>
<p>De acordo com estudo divulgado pela empresa de pesquisa PQ Media, o  dinheiro gasto na inserção de publicidade de produtos em clipes musicais  cresceu 8% em 2009 em comparação com o ano anterior, enquanto a  propaganda paga de produtos no geral caiu 2,8%, para US$ 3,6 bilhões.</p>
<p>O dinheiro, com frequência, é usado para pagar os custos do vídeo,  que em geral são divididos entre o artista e a gravadora. Patrick Quinn,  diretor executivo da PQ Media, diz que a receita derivada desse tipo de  propaganda totalizou entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões em 2009,  mais do que o dobro do contabilizado em 2000, e ele acha que vai crescer  ainda mais este ano.</p>
<p>Canal. Rio Caraeff, diretor executivo da rede de vídeos de música  Vevo, aberta no ano passado em parceria com o YouTube, diz que o  objetivo da empresa é possibilitar a inserção de publicidade de produtos  em vídeos. Ela serve como &#8220;um canal entre as grandes gravadoras e as  empresas de marketing&#8221;, disse ele em uma mensagem por e-mail.</p>
<p>O vídeo de Lady Gaga, que já teve 62 milhões de exibições no YouTube,  traz propaganda de produtos de Miracle Whip e da Virgin Mobile. Segundo  Caraeff, a empresa de telefonia tem &#8220;um forte relacionamento&#8221; com a  Vevo, que pertence em parte à Universal Music, matriz do selo da cantora  pop.</p>
<p>O diretor da Vevo diz que a propaganda deixou claro &#8220;como são  complementares nossos relacionamentos com marcas e empresas de música e  como podemos reuni-las, em parcerias de sucesso no futuro&#8221;. Uma versão  do vídeo na MTV, no entanto, deixa embaçada a marca Virgin Mobile, mas  não a Miracle Whipp, que tem menos destaque.</p>
<p>Segundo Jonathan Feldman, vice-presidente da área de parcerias de  marcas na Atlantic Records, hoje o selo valoriza mais os vídeos do que  há cinco ou dez anos. &#8220;Antes, o vídeo servia apenas para mostrar  criatividade e conteúdo, era promocional. Hoje, consideramos o vídeo uma  parte integrante do todo e uma maneira de gerar receita&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Parte do argumento para convencer os anunciantes é que, ao contrário  de muitas outras oportunidades de propaganda em torno dos vídeos de  música, como um anúncio de 15 segundos antes da música comprado para uma  duração específica, ou pelo número de vezes em que é exibida, o produto  inserido num vídeo está sempre lá. Não vai desaparecer&#8221;, explicou.</p>
<p>O vídeo da Atlantic de Billionaire, música de sucesso de Travie McCoy  interpretada por Bruno Mars, inclui uma propaganda paga de um Mini  Cooper.  Os dois artistas estão viajando com o carro, e Bruno Mars cede o  veículo para um homem querendo andar nele. O vídeo foi visto mais de 9  milhões de vezes por usuários do YouTube.</p>
<p>Via <a href="http://www.adnews.com.br/" target="_blank">AdNews</a></p>

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		<title>Análise SWOT das Mídias Sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 12:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
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		<description><![CDATA[
Encontrei uma apresentação que a  Patrícia Moura (@missmoura) deu sobre o uso de análise  SWOT nas mídias sociais. Vale a pena ver.
Análise SWOT das Mídias Sociais

View more presentations from Patrícia Moura.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="__ss_4612028" style="width: 425px;">Encontrei uma apresentação que a  Patrícia Moura (@missmoura) deu sobre o uso de análise  SWOT nas mídias sociais. Vale a pena ver.</div>
<div style="width: 425px;"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a title="Análise SWOT das Mídias Sociais" href="http://www.slideshare.net/missmoura/anlise-swot-smbr">Análise SWOT das Mídias Sociais</a></strong><object id="__sse4612028" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=anliseswotsmbr-100625081540-phpapp01&amp;stripped_title=anlise-swot-smbr" /><param name="name" value="__sse4612028" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse4612028" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=anliseswotsmbr-100625081540-phpapp01&amp;stripped_title=anlise-swot-smbr" name="__sse4612028" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<div id="__ss_4612028" style="width: 425px;">
<div style="padding:5px 0 12px">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/missmoura">Patrícia Moura</a>.</div>
</div>

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		<title>Um curta filmado e editado com iPhone 4</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 11:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Curta]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone4]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>

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Quando Steve Jobs demonstrou o iMovie no iPhone  4, você deve ter se perguntando: Mas pra que diabos eu vou  querer editar um filme no meu celular?
OK, concordo que certamente não é a maneira mais prática de se  trabalhar com vídeos, mas o diretor Michael Koerbel mostra do que o novo  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando Steve Jobs demonstrou o <strong>iMovie</strong> no <strong>iPhone  4</strong>, você deve ter se perguntando: Mas pra que diabos eu vou  querer editar um filme no meu celular?</p>
<p>OK, concordo que certamente não é a maneira mais prática de se  trabalhar com vídeos, mas o diretor Michael Koerbel mostra do que o novo  iPhone é capaz. Ele filmou e editou o curta <strong>“Apple of My Eye”</strong> utilizando apenas o smartphone.</p>
<p>Todo o trabalho foi concluído em 48 horas, e apesar da curta duração –  apenas 1 minuto e 30 segundos – o filme contou com uma boa produção. No vídeo abaixo você pode assistir o making of.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12819723&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=12819723&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/12819723">&#8220;Apple of My Eye&#8221; &#8211; an iPhone 4 film</a> from <a href="http://vimeo.com/mkoerbel">Michael Koerbel</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Via <a href="http://www.brainstorm9.com.br/" target="_blank">BrainStorm9</a></p>

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		<title>Marcas patrocinadoras da Copa retomam força online</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 11:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[www]]></category>
		<category><![CDATA[Adidas]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Patrocínio]]></category>

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		<description><![CDATA[
Um estudo da Nielsen publicado um pouco antes da Copa do Mundo indicou  que marcas que não patrocinavam o evento, especialmente a Nike, geraram  um buzz maior do que concorrentes que eram parceiros da FIFA. A  Budweiser também havia sofrido um revés, ficando atrás da rival e  não-patrocinadora Carlsberg.
Pois essa ordem [...]]]></description>
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<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2580" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="gr_Adidasg" src="http://batedeira.cbusiness.com.br/wp-content/uploads/2010/07/gr_Adidasg1-300x216.jpg" alt="gr_Adidasg" width="262" height="188" />Um estudo da Nielsen publicado um pouco antes da Copa do Mundo indicou  que marcas que não patrocinavam o evento, especialmente a Nike, geraram  um buzz maior do que concorrentes que eram parceiros da FIFA. A  Budweiser também havia sofrido um revés, ficando atrás da rival e  não-patrocinadora Carlsberg.</p>
<p>Pois essa ordem parece ter sido revertida com o decorrer do evento. Em  novo estudo que vale para as duas primeiras semanas da Copa do Mundo, a  Adidas assumiu a liderança do buzz online, com 25,1% das lembranças,  deixando a Nike em segundo. A Bud subiu para a quinta colocação,  deixando a Carlsberg em 10º. A Pespi, que não é patrocinadora, ficou em  nono, atrás da rival Coca-Cola, que ficou em terceiro. Neste último  caso, a Coca já havia ficado à frente no primeiro estudo.</p>
<p>A pesquisa foi conduzida pela NM Incite, que mediu as conversas em torno  de Copa do Mundo que tivessem a ver com marcas, seja em blogs, redes  sociais e comentários.</p>
<p>Via <a href="http://www.mmonline.com.br/home.mm" target="_blank">M&amp;M</a></p>

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		<title>Você está pronto para lidar com a Geração Z?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 19:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Ogalha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[www]]></category>

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Eles preferem escrever mensagens de texto do que conversar. Gostam mais  de se comunicar pela internet com gente que nunca viram pessoalmente do  que realizar atividades ao ar livre ou passear com os colegas de escola.  Não conseguem imaginar a vida sem telefone celular e acham uma chatice  fazer uma coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2572" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="a_4615" src="http://batedeira.cbusiness.com.br/wp-content/uploads/2010/07/a_4615.jpg" alt="a_4615" width="200" height="200" />Eles preferem escrever mensagens de texto do que conversar. Gostam mais  de se comunicar pela internet com gente que nunca viram pessoalmente do  que realizar atividades ao ar livre ou passear com os colegas de escola.  Não conseguem imaginar a vida sem telefone celular e acham uma chatice  fazer uma coisa de cada vez.<br />
<span><br />
Bem, como já  deu pra ver, estou falando dos nativos digitais – a chamada geração Z. A  letra que denomina esse pessoal nascido a partir de 1995 vem do termo  ‘zap’ (zapear). Não só no sentido de mudar de um canal de TV para outro,  mas também em ir da internet para o telefone, do telefone para a TV, da  TV para o MSN, enquanto zapeia entre dezenas de sites, ouve músicas no  seu iPod e, até mesmo, assiste a um filme.</p>
<p>Aliás, tecnologia é  algo muito natural pra esse pessoal. Eles não conhecem o mundo sem  computador e telefone celular. Por isso, são menos deslumbrados por  aparelhos eletrônicos do que a Geração Y, sua antecessora. A Geração Z  está acostumada à complexidade e velocidade que a tecnologia trouxe e,  diferente dos seus pais, não vê problema algum em ligar ao mesmo tempo a  televisão, o rádio, o telefone, música e internet. Outra característica  essencial é que no mundo deles não há fronteiras geográficas. A  globalização não foi um valor adquirido no meio da vida e, por isso  mesmo, não exigiu adaptação.</p>
<p>São críticos, mas também  impacientes, imediatistas e convivem com a constante mudança de opinião  diante dos fatos do mundo (zapeiam aqui também). Vivem num ritmo  acelerado e fragmentado. No entanto, essa geração – chamada também de  Silenciosa – pode ser definida como aquela que tende ao egocentrismo,  preocupando-se geralmente somente consigo. Segundo especialistas, eles  não se preocupam com os outros e fogem do tradicional espírito de  equipe. Basta ter algum aparelho que eles já estão satisfeitos. A  Geração Z não quer conversar verbalmente – uma vez que desenvolveu a  linguagem da comunicação via internet -, não vislumbra uma carreira  profissional e muito menos gasta muito tempo com os estudos. Há até uma  hipótese de que pode haver uma “escassez” de médicos e cientistas no  mundo pós-2020. O pensamento desse pessoal é no curto prazo, pois  procuram rápidos resultados e buscam a experimentação precoce das  situações.</p>
<p>Diferentemente da Geração Y, a Z não se sente atraída  em resolver problemas com a ajuda dos outros. Pra eles, basta a  satisfação pessoal, independente do que aconteça à sua volta. Em relação  ao consumo, não se preocupam com marcas, mas sim com os benefícios que  elas podem trazer. Ao receberem um beneficio, esses garotos irão  avaliá-lo de maneira diferente, colocando sempre no topo seus interesses  pessoais, e não um valor possivelmente agregado</p>
<p>Assim como está  sendo um grande desafio para as empresas lidar com a Geração Y &#8211; tanto  como público das suas marcas quanto como parte das suas equipes -, a vez  da Geração Z está próxima. Pelo menos no consumo já começa a ser  realidade. Em cerca de três anos, eles já terão invadido o mercado de  trabalho. E ai, como será?</span></p>
<p><span>Via <a href="http://www.chmkt.com.br/" target="_blank">CHMKT</a><br />
</span></p>

]]></content:encoded>
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